COMENTANDO:
A Árvore Generosa

Vou te contar que este livro gera certo desconforto, pois os sentimentos são colocados a prova e ficamos sem saber como medir a intensidade do que seria o ideal.



A árvore generosa demonstra amor incondicional por seu amigo, o menino, que também ama a árvore, mas se perde ao se sentir vazio, incompleto com o que possui e, a partir de então, não mede esforço para se preencher, solicitando, para isso, sempre mais e mais da árvore que se coloca sempre disponível a ajudá-lo e, assim, a relação se estrutura, é como o amor se instala, o menino se sente amado pois a árvore sempre lhe oferece conforto e, assim, também se conforta.







Mas existe uma confusão pois, o amor sempre presente é desmedido, choca a quem assiste, entristece quem o sente.













Sendo assim, essa relação gera indignação diante da árvore que tudo dá e do menino que tudo quer. Os extremos são perigosos, nada saudáveis, buscar o equilíbrio em tudo acredito ser o mais sustentável, mas não é fácil consegui-lo, o menino nos conta que alcançá-lo pode levar uma vida inteira. Mas, ler livros como este pode ser um atalho para esse alcance.

Vamos todos?

Autor: Sheldon Allan
Categoria: Infantojuvenil
Editora Cosac & Naif
Publicação: 2006
Publicado no blog anterior 23/03/2016
1ª Edição
Fonte: Link:

post de: Nan Lourenço

AUTORIA DO LIVRO

Sheldon Allan



Sheldon (Chicago, 25 de setembro de 1932 – 10 de maio de 1999 foi um poeta, compositor, músico, cartunista e autor de livros de crianças americano.

De origem judaica, Silverstein cresceu em Chicago, onde começou a desenhar e a escrever aos 12 anos. Depois de terminar o secundário na Theodore Roosevelt High School, começou a estudar arte na Universidade dos Illinois sem nunca ter completado o curso devido às suas más notas. Mais tarde, declarou que o tempo gasto com a universidade teria sido um desperdício e que teria sido melhor empregue a viajar pelo mundo, conhecendo pessoas.

Era apaixonado pela música e pela composição de letras, como comprovado pelos hits que foi fazendo ao longo dos anos para cantores como Johnny Cash, e a banda de rock Dr. Hook and the Medicine Show. Compôs também música original para diversos filmes, mostrando competências em guitarra, piano, saxofone e trombone. Ele próprio gravou ainda várias músicas.

Shel morreu em 1999, de um ataque cardíaco.


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