COMENTANDO:
A bailarina de Auschwitz

Quanta dor, fome, desespero, desesperança nos remete o Holocausto, acredito que nem o melhor escritor de livros ou filmes de terror conseguiria imaginar metade do que Hitler foi capaz de executar. Lamentavelmente triste e aterrorizante foi a existência desse ser e de seus seguidores.

Vivendo atrocidades a autora vai percebendo que é necessário ser cuidadosa e generosa com a pessoa que vive em nós mesmos pois, afinal, é com ela que convivemos incessantemente todos os dias, é necessário descobrir a força interior que nos alimenta para  saber que temos escolhas mesmo nos piores momentos vividos.

Edith, mesmo liberta não se vê liberta, ainda revive o vivido, ainda sente a fome, as dores, as perdas, a desumanidade de todos dentro de si, precisa descobrir como continuar e disso não desiste, fazendo desse livro  um relato de vida de muita coragem; coragem para se manter viva, coragem de olhar para trás e se manter sã. No decorrer de sua peregrinação se dá conta ¨que o passado não mancha o presente e o presente não diminui o passado¨. e, assim, prossegue.

AUTORIA DO LIVRO

Edith Eva Eger


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Edith Eger nasceu na Hungria e era apenas uma adolescente quando foi enviada para Auschwitz, em 1944. Atualmente tem uma clínica de psicologia em La Jolla, na Califórnia, trabalha na Universidade da Califórnia, em San Diego, e dá palestras regularmente nos Estados Unidos e por todo o mundo...

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