COMENTANDO:
A Dama da Lagoa

Reconstitui um crime ocorrido, nesta cidade, em 1940. Um casal jovem da classe alta, Heinz Schmeling e Maria Luiza Haussler, desaparecem ao sair de um baile na sociedade germânica. Dois dias depois, o corpo sem vida de Maria Luiza é encontrado na Lagoa de Barros.


Ainda hoje, se fala nele numa mesa de bar, nas redondezas das casas onde viveram e, também, na feira do livro que se faz presente todos os anos na capital do Rio Grande do Sul.


Nos atenta para a vida fácil e generosa de Heinz, rapaz que tinha seus desejos satisfeitos e que possuía a marca de desafiar limites, na velocidade de sua moto e na arrogância que o dinheiro lhe permitia.

Isso foi o que mais me chamou a atenção, pois ainda hoje vemos muitos pais suprindo tudo para seus filhos, não lhes deixando em falta e fazendo-os acreditar que tudo podem, assim vão extrapolando limites, cada vez mais com irresponsabilidade e, muitas vezes, só sendo brecados de forma brusca, como por exemplo com a morte.


Se trata realmente de uma história de amor que acabou em tragédia?


Merece defesa quem, ao meu ver, é indefensável?

Comentando publicado em: 30/11/2015

Autor: Rafael Guimaraens
Categoria: Especial
Editora Libretos
Publicação: 01/04/2013
Edição Especial 61ª Feira do Livro de POA
Fonte: Link: http://www.libretos.com.br/autores/105-rafael-guimaraens

post de: Nan Lourenço

AUTORIA DO LIVRO

Rafael Guimaraens



Exerceu diversas funções nas assessorias de imprensa da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Governo do Estado do RS e Assembleia Legislativa do RS. É autor dos livros “O Livrão e o Jornalzinho” (1997, reedição em 2011), “Pôrto Alegre Agôsto 61” (2001), “Trem de Volta, Teatro de Equipe” (com Mario de Almeida, 2003), “Tragédia da Rua da Praia” (2005), “Abaixo a Repressão – Movimento Estudantil e as Liberdades Democráticas” (com Ivanir Bortot, 2008), “Teatro de Arena – Palco de Resistência” (2009), “A Enchente de 41” (2010) e “Unidos pela Liberdade!” (2011) para a Editora Libretos.


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