COMENTANDO:
Coisas da Vida

Ler Martha Medeiros é espetacular, adorei cada crônica que li. Este é um daqueles livros que você devora, porque ele te faz refletir, sorrir e dependendo do seu momento de sensibilidade, até chorar.É um livro que traz muito sobre a nossa vida, nosso dia a dia, nossos questionamentos, nossas dúvidas e nossos "por quês?", de uma forma deliciosa e muito criativa.A  autora trata cada situação de forma especial, é muito bacana, lê-lo te faz vivenciar o momento, te traz um gostinho de nostalgia.Para não deixá-los só com o desejo, segue um trecho de uma das 107 crônicas do livro.
“Eu faço o que sei, mas sei quase nada. Não sei as coisas mais sérias que se espera que um adulto saiba, como, por exemplo, o que eu quero ser quando crescer. Já cresci? Pois ainda tenho diversas interrogações sobre o amor, sobre o futuro, sobre a morte e sobre a vida. Não sei porque faço coisas que não tenho vontade. Não sei por que me deixo enganar por mim mesma tantas vezes. Não sei por que me sinto culpada quando nego alguns convites e pedidos. Não sei por que se sentir aprovada pelos outros é tão importante. Não sei por que a solidão é tão temida, já que somente a sós podemos ser 100% quem a gente é.” – Crônica: Não sei não é a resposta
As crônicas contidas nestes livros já foram publicadas em outros meios de comunicações (Jornais: Zero Hora e O Globo) entre setembro de 2003 e setembro de 2005.Não tenho muito mais a dizer, a não ser que, este livro vale a pena ler!


Comentando postado em 16/03/2016
Autor: Martha Medeiros
Categoria: Adulto
Editora L&PM
Publicação: 09/01/2005
Fonte: Link:

post de: Sandra Rocdrígues

AUTORIA DO LIVRO

Martha Medeiros




Martha Medeiros nasceu em Porto Alegre em 20 de agosto de 1961 e é formada em Comunicação Social. Como poeta, publicou os seguintes livros: Strip Tease (Brasiliense, 1985), Meia-Noite e Um Quarto (L&PM, 1987) Persona Non Grata (L&PM, 1991), De Cara Lavada (L&PM, 1995), Poesia Reunida (L&PM, 1999) e Cartas Extraviadas e Outros Poemas (L&PM, 2001). Em maio de 1995 lançou seu primeiro livro de crônicas, Geração Bivolt (Artes & Ofícios), onde reuniu artigos publicados em Zero Hora e textos inéditos. Em 1996 lançou o guia Santiago do Chile, Crônicas e Dicas de Viagem, fruto dos oito meses em que viveu na capital chilena. Seu segundo livro de crônicas, Topless (L&PM, 1997), ganhou o Prêmio Açorianos de Literatura.

Seu best-seller no gênero crônica é a coletânea Trem-Bala, que foi adaptada com sucesso para os palcos, sob direção de Irene Brietzke. Os três últimos volumes de crônicas publicados foram Non-Stop/Crônicas do Cotidiano (2001), Montanha-Russa (2003, segundo lugar no Prêmio Jabuti e vencedor do Prêmio Açorianos) e Coisas da Vida (2005). Seu romance Divã, lançado pela editora Objetiva, já vendeu mais de 50.000 exemplares e também virou peça de teatro, com Lilia Cabral no papel principal. Martha ainda escreveu um livro infantil chamado Esquisita Como Eu, pela editora Projeto, e acaba de lançar seu segundo livro de ficção, Selma e Sinatra. É colunista dos jornais Zero Hora e O Globo, além de colaborar para outras publicações.

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