COMENTANDO:
Quem tem medo do feminismo negro?

Quer saber o quanto é racista, o quanto somos? Estude o assunto, se informe, leia este livro, garanto que não sairá ileso dessa leitura, irá se surpreender ou se desesperar, sentimentos necessários para se reescrever.

Sinto vergonha da cultura opressora e desumana na qual me vejo inserida. 

Sinto vergonha do quanto temos demorado para sair desse caminho, para saber que humanos somos todos e que devemos sim estar no mesmo patamar.

Sinto vergonha da ignorância, do pouco saber sobre o racismo. É preciso conhecimento para fazer escolhas, caso contrário ficamos no achismo barato, sem conteúdo, falando besteiras, ofendendo ao outro com toda nossa santa ignorância, dando espaço para a opressão e concedendo privilégios inexistentes.

Sim, sinto vergonha! 

O que faço com ela? escondo?

Não, escancaro-a aqui para que outros também possam se envergonhar e assim possamos lutar juntos para mudar tal situação.

Sejamos melhores informados, melhores pessoas, que a vergonha não tenha mais espaço em nós. Vamos juntos!

Não deixe de ler esse livro, te fará melhor.


Autor:
Categoria: Adulto
Editora Companhia das Letras
Publicação: 2009
Fonte: Link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Djamila_Ribeiro

post de: Nan Lourenço

AUTORIA DO LIVRO



Iniciou o contato com a militância ainda na infância. Uma das grandes influências foi o pai, estivador, militante e comunista, um homem que mesmo com pouco estudo formal, era culto. O nome Djamila, de origem africana, foi uma escolha dele.[1] Aos 18 anos se envolveu com a Casa da Cultura da Mulher Negra, uma organização não governamental santista, e passou a estudar temas relacionados a gênero e raça.[2]

Graduou-se em Filosofia pela Unifesp, em 2012, e tornou-se mestre em Filosofia Política na mesma instituição, em 2015, com ênfase em teoria feminista. Em 2005, interrompeu uma graduação em Jornalismo. Suas principais atuações são nos seguintes temas: relações raciais e de gênero e feminismo. É colunista online da CartaCapital, Blogueiras Negras e Revista Azmina e possui forte presença no ambiente digital, pois acredita que é importante apropriar a internet como uma ferramenta na militância das mulheres negras, já que, segundo Djamila, a "mídia hegemônica" costuma invisibilizá-las.[3]

Em maio de 2016, foi nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo durante a gestão do prefeito Fernando Haddad.[4]

Escreveu o prefácio do livro "Mulheres, raça e classe" da filósofa negra e feminista Angela Davis, obra inédita no Brasil e que foi traduzida e lançada em setembro de 2015.[1] Participa constantemente de eventos, documentários e outras ações que envolvam debates de raça e gênero.[5][6][7]


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